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Tuesday, 17 September 2013

giba comenta

Querid@s Amig@s
 
Lembrei-me de uma música de Babi Fonteles, antiga, que dizia: "quanto mais eu vivo mais eu creio que a gente só é feliz quando ama e tem amor. Nele, tudo cabe sem censura ..."
 
E lembrei, creio, por que foi assim que este SEMIEDU foi feito: com Amor, com coração, útero e mente, banhado na emoção, sinal de que são PESSOAS que estavam ali.
Fiquei muito contente em ver, enfim, o resultado dos esforços se concretizando e no momento em que os mesmos esforços não cessaram.
Envio esta mensagem para algumas/alguns dos que tenho, sabendo que muitas outras mentes e corações (e pés, e braços, e costas) estiveram envolvidos. Através de vocês faço chegar minha alegria pelo grande feito. Grande, pois criou espaços para que fatos, reflexões, experiências, propostas, buscas, sonhos... fossem partilhados e celebrados. Grande pois NÃO teve por base o egoísmo pseudo-acadêmico que coloca pesquisas à frente dos "objetos", mas uma fraterna busca de que estas pesquisas sejam expressão do serviço (diaconato) necessário daqueles à quem algo se deu, neste país de tantos ainda sem acesso à educação formal, às academias...
Infelizmente pouco pude participar, mas me senti plenamente envolvido através de Lala, que a exemplo de vocês e de outr@s tant@s correram como loucos para garantir um espaço, uma água, um material, uma chave, que um assessor chegasse a algum lugar. Nela, que parece ter gostado da loucura, me realizei por vê-la tão envolvida e empenhada. Assim também vi tantos de vocês.
Creio que este Seminário e as atividades que para além de paralelas tornaram mais relevante ainda este momento, projeta para o mundo (sem exageros, pois o pesquisadores de Angola, Moçambique e sei lá mais de onde) certamente saíram marcados por este rico momento.
Para cada uma/um de vocês meu desejo de Axé, com todas as forças positivas que estão na alegria, no prazer, na partilha, na convivência...
Que Javé, Olorum, Tupã, seja benção para que muit@s, como vocês e a partir de vossos exemplos, se dediquem a fazer história junto com o Povo.
 
Abraços

Giba Wataramy
18/09/2013
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Wednesday, 11 September 2013

O SemiEdu2013 segue com programação diversa nesta quarta-feira

ufmt.br | Publicado em Notícias | 10/09/2013
Palestras, mesas redondas, debates, GTs e muitos atrativos culturais estarão abertos ao público.Aberto na segunda-feira (09), o Semiedu2013 (Seminário de Educação), que traz como tema ““Educação e (Des)colonialidade dos saberes, práticas e poderes”, prossegue amanhã (11) no campus de Cuiabá da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) com várias atividades.
Continuam as palestras e mesas redondas do II Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos, que trará conferências finais no período matutino. A partir das 14h será realizado o Fórum Sobre Sustentabilidade da rede Luso nos Cenários da (Des)colonialidade. Ás 18h serão feitos os encaminhamentos para a realização do 3º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos e outros assuntos recorrentes.
Está sendo realizado ainda o I Congresso de Pesquisadores/as Negros/as (Copene) do Centro-Oeste, que na parte da manhã iniciará com a mesa redonda Cultura Afro-Brasileira. No período vespertino ocorre o GT 15 – Relações Raciais e Educação. Às 18h acontece o lançamento de um livro.
O Coletivo da Terra trará às 14h a continuação da socialização das práticas educativas desenvolvidas pelos educadores e movimentos do campo. Reconhecimento e conhecimento, intercâmbio de saberes.
O II Simpósio Merleau-Ponty trará no dia 11, a partir das 9h40, o III Painel, tratando de Educação Popular e Estado, logo após as Considerações Históricas Acerca das Colonialidades e (Des)colonialidades, seguido do tema Colonialidades e Descolonialidades em Mato Grosso. A partir das 14h acontecerá a exposição do IV Painel, com os temas Fenomenologia Merleaupontyana e Consultório de Rua em Cuiabá; Equoterapia e Fenomenologia Merleaupontyana; O Ceja e Dimensões da Fenomenologia Merleaupontyana e A menina dos Olhos de Deus e a Fenomenologia. A partir das 16h acontece o V Painel, com os temas Condenados e Fenomenologia; O Discurso Ambiental e a Presença dos Grandes Ideais; Mito Panará e Fenomenologia e A Pesquisa Voltada Para uma Metodologia Merleaupontyana.
Na área cultural, todos os dias estão à disposição do público a seguinte programação: Exposição Fotográfica com os temas “O Tempo”, de Hélio Caldas, “Canoa”, de João Carlos e “Índios do Brasil”, de Vitor Nogueira. Ocorre também a Mostra Internacional de Cartum Ambiental e a Feira do Livro, às 18 h no Auditório do Centro Cultural. A última atração cultural desta quarta-feira (11) é a apresentação da banda Big Bando às 20h.
Para conferir a programação completa, clique aqui .

Conferencistas propõem novos conceitos de educação ambiental

Publicado em Notícias | 10/09/2013

Novas propostas de educação ambiental comprometidas com transformações sociais e um novo conceito de desenvolvimento sustentável foram algumas das teses defendidas na conferência “(Des)colonialismo, educação ambiental e lusofonia”, parte da programação do 2º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos, evento paralelo ao Seminário de Educação (Semiedu 2013).
Realizada ontem (09) no auditório do Centro Cultural da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a conferência contou com a presença do professor da Universidade de Santiago da Compostela, Pablo Meira, do assessor especial do Ministério da Educação, Marcos Sorrentino e da docente do Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental (Gepea) da UFMT, Regina Silva.
O professor Pablo Meira contextualizou a história da educação ambiental por meio de uma leitura não linear, com enfoque na diversidade de eventos e movimentos sociais. Discutiu também a problemática ambiental como um todo e as inúmeras iniciativas de educação ambiental, principalmente nos países periféricos, que muitas vezes são ofuscadas pelas dos países centrais. Para finalizar, o professor destacou a necessidade de uma mudança na ideia de desenvolvimento sustentável, já que soluções técnicas e medidas educacionais limitadas à transmissão de conteúdos ditadores de comportamentos, não resolvem.
Marcos Sorrentino, em sua fala, completa a do professor, reforçando a perspectiva de uma educação ambiental comprometida com transformações sociais, para assim alcançar a participação de todos os cidadãos. “Para enfrentar a crise ambiental no nível em que está, precisamos de todos. Uma mobilização e sensibilização de corpo e alma”. Dessa forma, ao dialogar sobre o que degrada o ambiente, a sociedade poderá rever comportamentos, atitudes, valores e políticas públicas.
Para Sorrentino, a mudança de postura em relação à temática só será possível com diálogo, mas em profundidade, no qual se conversa com o próprio eu, com o outro e com a natureza. O Semiedu2013 sendo realizado dentro da Universidade, frisou o palestrante, fortalece e faz a diferença ao trabalhar com a verdade e com pesquisadores ativos na área.

Tuesday, 10 September 2013

Semiedu é aberto com apresentações culturais e conferência sobre colonialidade originária e direitos indígenas


ufmt.br  Publicado em Notícias | 09/09/2013

Teve início na manhã de hoje (09), no Centro Cultural da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus de Cuiabá, o Seminário de Educação (Semiedu) 2013, que este ano tem como tema “Educação e (des)colonialidades das práticas, saberes e poderes”. Na cerimônia de abertura foram realizadas apresentações culturais e místicas de etnias indígenas, movimentos sociais, músicas do Quinteto de Metais da UFMT e pintura de tela, pelos artistas Clovis Irigaray e Elias de Paula. Em seguida, foi formada a Praça da Educação, com autoridades de diversos setores da área educativa estadual e internacional.
O coordenador do Semiedu, professor Luiz Augusto Passos, e o vice-reitor da UFMT, João Carlos de Souza Maia, deram as boas-vindas aos participantes do evento. “Não se faz educação sem autonomia. Isso significa termos coragem para fazermos leis próprias, termos fidelidade e humanização em todas as questões, sejam pessoais, nacionais ou internacionais”, explicou Passos. Reafirmou ainda o objetivo do evento, de “buscar em cada um de nós a mística de emancipação”. O vice-reitor destacou a satisfação da UFMT em receber o evento, que demonstra fundamental importância devido à educação ser “um dos pilares do desenvolvimento regional e mundial”. “Sem ela”, completou, “não há possibilidade de alcançar níveis de desenvolvimento a serem repassados à sociedade”. Reafirmou também “o espaço da universidade como espaço da sociedade”.
Na conferência de abertura “A colonialidade originária e sua situação atual”, o deputado Federal pelo Estado de Rondônia e presidente da Comissão Parlamentar Indígena da Câmara Federal, Padre Ton, expôs a atual situação do índio em seus diversos aspectos, tendo como base os dados de 2010 do IBGE e a evolução da legislação indígena. Foram demonstradas as altas taxas de natalidade, analfabetização e violência, assim como os baixos índices de registros de nascimentos e falta de infraestrutura nos territórios indígenas, que segundo o palestrante, poderia diminuir com a demarcação de terras, fator de dívida do Estado brasileiro desde 1993, quando foi estabelecida por lei a demarcação de 100% das terras indígenas. “A maioria dos índios não conhece nem acessa programas sociais do governo”, explicou. Expôs, ainda, “as investidas governamentais que pretendem impedir a demarcação, como as propostas de Emenda à Constituição (PECs) 215, de 2000; 038, de 1999; 237, de 2013 e o Projeto de Lei e outras Proposições (PLP) 227, de 2012. “Os interesses dos ruralistas no Congresso Nacional pretendem subordinar o direito originário dos povos indígenas sobre suas terras ao interesse público”, concluiu. Ao final da conferência, Passos reafirmou o apoio à luta pelos direitos do índio.
Um dos homenageados do evento, Cacique Damião, da Terra Indígena Marãiwatsédé, falou da situação atual por que passam os índios e buscou o apoio de todos a fim de reforçar e fortalecer seus diretos. “Pedimos que levem nossa situação para cada região, para cada país e que nos apoiem e nos ajudem a fortalecer nossos direitos, que os ruralistas querem tirar de nós”.
Na ocasião, foi entregue ao historiador latino, Victor Rios, a Resolução do Conselho Universitário (Consuni) da UFMT número 22, de 5 setembro 2013, que aprovou o título de Doutor in memoriam ao filósofo espanhol Francisco Fernandes Buei, da Universidade de Barcelona, que mantinha estreitos laços com a UFMT na área da Educação. Foram homenageadas também a professora da UFMT, Artemis Torres, e o bispo Emérito de São Félix do Araguaia – MT, Dom Pedro Casaldáliga.
Durante a semana, o Seminário discutirá a herança política, cultural e educacional colonizadora imposta aos países chamados periféricos pelos impérios colonialistas ao longo da histórica, com reflexos negativos na autodeterminação dos povos, das minorias e no seu desenvolvimento econômico, social e cultural.
Serão iniciadas na tarde de hoje, das 14h às 18h, as atividades dos eventos paralelos ao Semiedu 2013. Às 19h, será realizada programação cultural na Tenda Espaço de com-vivências Paulo Freire. Confira os locais e horários no Blog do evento

Sunday, 8 September 2013

Tela em construção para o Prêmio Dom Pedro Casaldáliga, realizada por Clóvis Irigaray e Elias de Paula, na abertura oficial do SEMIEDU2013.




Fotografia da tela em construção retratando Dom Pedro Casaldáliga de Clovis Irigaray e Elias de Paula; que é parte do documentário Pedro Pelos Traços da Paz, com direção de Celso Prudente e fotografia de Duflair Barradas.


É uma grande homenagem, pela vivacidade do olhar do Pedro e das duas crianças indígenas, com marcas de um extremo carinho e delicadeza, com direito ao ANEL  DE TUCUM do Pedro, e o olhar que nos cobra ternura, compromisso com o sofrimento de todos os oprimidos, condensados nos mais oprimidos dos oprimidos, os indígenas. A escolha deles não é por uns contra os outros oprimidos, mas por um a favor de todos.
Passos

preparativos....

   


Monday, 5 August 2013

estatística do blog

estatística do blog do semiedu2013
5 de agosto - último dia de submissão de trabalhos
mais de 4 mil acessos num só dia!!!




Thursday, 4 July 2013

II Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos

plataforma portuguesa
http://plataformaongd.pt/agenda/evento.aspx?id=959

de09-13 SET 2013
localCuiabá, Brasil
porVários

II Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos

A Rede lusófona de educação ambiental (Redeluso) foi fundada no ano de 2005, em Portugal, e a rede tinha como princípio a construção de identidades ancoradas nos territórios falantes da língua portuguesa. Em 2006 teve o primeiro encontro presencial em Joinville, durante o VI Congresso Ibero-americano de Educação ambiental. Deste encontro, deliberou-se a necessidade da articulação permanente da lusofonia e foi lançado o 1º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOS PAÍSES LUSÓFONOS E GALÍCIA, que aconteceu em Santiago de Compostela, na Galícia, em 24 a 27 de setembro de 2007. Com aproximadamente 250 participantes, foi revelado o estado da arte da educação ambiental nos 8 países falantes da língua portuguesa, além de diversas conferências, painéis e mesas-redondas que abrilhantaram o evento e que revelaram o entrecruzamento de diversas bases teóricas, práxis diferenciadas e um conjunto de axioma plural, ainda que o idioma fosse o mesmo. Foi considerada a relevância das lutas políticas nos locais que provavelmente sejam frágeis, já que o “establishment” direciona o mundo anglo-saxão na hegemonia das disputas dos poderes. A meta foi, assim, recuperar o idioma como expressão identidária que reforçasse as experiências e vivências em educação ambiental, tecida num mosaico plural e diverso dinamizado pelas transformações de uma era.
Cabo Verde foi o país que reivindicou a promoção do 2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOS PAÍSES LUSÓFONOS no ano de 2010, contudo, devido as forças econômicas o evento não conseguiu ser concretizado e somente em 2013 o Brasil assume promover a sustentabilidade da Redeluso, promovendo o 2º encontro em Cuiabá, Mato Grosso. Após este período de 6 anos, o cenário se modificou e será preciso recuperar o estado da arte novamente nos 8 países falantes da língua portuguesa, quais sejam: (1) Angola, (2) Brasil, (3) Cabo Verde, (4) Guiné Bissau, (5) Moçambique, (6) Portugal, (7) São Tome e Príncipe e (8) Timor Leste, além de algumas localidades não independentes, mas que mantêm a identidade na lusofonia, como é o caso da Galícia. A proposição deste 2º congresso é ter um fio condutor na (des)colonialidade, que permeará o debate de 3 dias do evento, fazendo emergir os sentimentos de pertencimento, o amadurecimento da educação ambiental e os itinerários de um sonho lusófono, fortalecendo a Comunidade dos Países falantes da Língua Portuguesa (CPLP). O 2º congresso iniciará um amplo debate sobre um vasto programa de educação ambiental lusófona, que deverá ser construída durante o 3º congresso, em Portugal, contribuindo à sustentabilidade da redeluso e da própria educação ambiental.
Mais informação aqui.