Showing posts with label imagem. Show all posts
Showing posts with label imagem. Show all posts

Sunday, 12 May 2013

fotografia: colonialismo

Wendell Guedes
 Da Igreja à Moenda: a sociedade colonial brasileira.
Power point















*

TINTIN

TINTIN
personagem criada pelo belga Georges Remi (1907 - 1983), mais conhecido como Hergé. Suas histórias em quadrinhos é motivo de preconeitos, racismos e colonialismos.









***

http://en.wikipedia.org/wiki/The_Adventures_of_Tintin

Controversy [edit]

The earliest stories in The Adventures of Tintin have been criticised[49][50] for both displaying animal cruelty as well as racial stereotypes, violent, colonialist, and even fascist leanings, including caricatured portrayals of non-Europeans (Ethnocentrism). While the Hergé Foundation has presented such criticism as naïveté,[51] and scholars of Hergé such as Harry Thompson have claimed that "Hergé did what he was told by the Abbé Wallez",[51] Hergé himself felt that his background made it impossible to avoid prejudice, stating that "I was fed the prejudices of the bourgeois society that surrounded me."[29]
In Tintin in the Land of the Soviets, the Bolsheviks were presented without exception as villains. Hergé drew on Moscow Unveiled, a work given to him by Wallez and authored by Joseph Douillet, the former Belgian consul in Russia, that is highly critical of the Soviet regime, although Hergé contextualised this by noting that in Belgium, at the time a devout Catholic nation, "Anything Bolshevik was atheist".[29] In the story, Bolshevik leaders are motivated only by personal greed and by a desire to deceive the world. Tintin discovers, buried, "the hideout where LeninTrotsky, and Stalin have collected together wealth stolen from the people". Hergé later dismissed the failings of this first story as "a transgression of my youth".[51] By 1999, some part of this presentation was being noted as far more reasonable, with British weekly newspaper The Economist declaring, "In retrospect, however, the land of hunger and tyranny painted by Hergé was uncannily accurate".[52]
Tintin in the Congo has been criticised as presenting the Africans as naïve and primitive. In the original work, Tintin is shown at a blackboard addressing a class of African children. "Mes chers amis," he says, "je vais vous parler aujourd'hui de votre patrie: La Belgique" ("My dear friends, I am going to talk to you today about your fatherland: Belgium"). Hergé redrew this in 1946 to show a lesson in mathematics.[53][54] Hergé later admitted the flaws in the original story, excusing it by saying, "I portrayed these Africans according to ... this purely paternalistic spirit of the time".[29] The perceived problems with this book were summarised by Sue Buswell in 1988[55] as being "all to do with rubbery lips and heaps of dead animals" although Thompson noted this quote may have been "taken out of context".[51] "Dead animals" refers to the fashion for big game hunting at the time of the work's original publication.
Drawing on André MauroisLes Silences du colonel Bramble, Hergé presents Tintin as a big-game hunter, accidentally killing fifteen antelope as opposed to the one needed for the evening meal. However, concerns over the number of dead animals did lead the Scandinavian publishers of Tintin's adventures to request changes. A page which presented Tintin killing a rhinoceros by drilling a hole in the animal's back and inserting a stick of dynamite was deemed excessive, and Hergé substituted a page in which the rhino accidentally discharges Tintin's rifle while he slept under a tree.[37] In 2007 the UK's Commission for Racial Equality called for the book to be pulled from the shelves after a complaint, stating that "it beggars belief that in this day and age that any shop would think it acceptable to sell and display 'Tintin In The Congo'."[56][57] In August 2007, a complaint was filed in Brussels, Belgium, by a Congolese student, claiming the book was an insult to the Congolese people. Public prosecutors are investigating, however, Belgium's Centre for Equal Opportunities warned against "over-reaction and hyper political correctness".[58]
Some of the early albums were altered by Hergé in subsequent editions, usually at the demand of publishers. For example, at the instigation of his American publishers, many of the black characters inTintin in America were re-coloured to make their race white or ambiguous.[59] The Shooting Star originally had an American villain with the Jewish surname of "Blumenstein". This proved to be controversial, as the character exhibited exaggerated stereotypically Jewish characteristics. "Blumenstein" was changed to an American with a less ethnically specific name, Mr. Bohlwinkel, in later editions and subsequently to a South American of a fictional country – São Rico. Hergé later discovered that 'Bohlwinkel' was also a Jewish name.[26]


TINTIN
filme dirigido pelo Spielberg - 2011
Secret of the Unicorn


*

Mia Couto & Sebastião Salgado

dobras visuais
http://www.dobrasvisuais.com.br/2013/05/o-que-e-fotografia-mia-couto-vi/


O que é fotografia? | Mia Couto VI


Sebastião Salgado: Genesis, Zambia, 2010.
“- Vou fazer uma reportagem da caçada, fui contratado pela mesma empresa que o contratou a si.
- Tenho certeza de que vai gostar. E os leões vão gostar de saber que a morte deles merece uma reportagem.
É a primeira vez que vou participar numa caçada. Devo dizer, sem ofensa, que sou contra.
- Contra o quê?
- Contra as caçadas. Ainda por cima tratando-se de leões.
- O problema, caro escritor, é que você nunca viu um leão.
- Como nunca viu?
- Viu leões em safaris fotográficos, mas você não sabe o que é um leão. O leão só se revela, em verdade, no território em que ele é rei e senhor. Venha comigo a pé pelo mato e saberá o que é um leão. (…)
Henrique Baleiro cumpria o resto do ritual: invariavelmente, metia a carta num envelope que humedecia nos lábios e que depois guardava na mala de viagem. Transportava aquelas cartas para as demoradas caçadas. Levava também uma fotografia desfocada de Martina.
- Está assim, sem foco, para os outros verem, mas não olharem demais. (…)

Sebastião Salgado: Genesis, Congo, 2004.

Sebastião Salgado: Genesis, Botswana, 2007.
Aqueles que matamos, por mais estranhos e inimigos que sejam, tornam-se nossos parentes para sempre. Nunca mais se retiram, permanecem mais presentes que os vivos. (…)
Sou um caçador. Eu não mato, eu caço. (…)
O escritor segue atrás de mim, de máquina fotográfica a tiracolo. (…) Os aldeões suspendem a cerimônia, em silêncio, observam-nos com animosidade. Está patente no olhar que nos lançam: somos intrusos, estamos contaminando o momento. De imediato, o escritor percebe que está fora de questão tirar fotografias. (…)
Então percebo: aqueles caçadores já não são gente. São leões. Aqueles homens são os próprios animais que pretendem caçar. Aquela praça apenas confirma: a caça é uma feitiçaria, a última das autorizadas feitiçarias. (…)
Extasiado, o escritor comenta:
- Espetáculo inesquecível! Uma exibição telúrica, que pena não ter podido fotografar! (…)
Sabia que o pisteiro e a leoa morreram abraçados, como se os dois se reconhecessem, íntimos parentes.
- Tivemos que separar os corpos, com muito custo. Aquilo parecia um parto às avessas. Dizem que o escritor até chorou. Nem conseguiu fotografar. (…)
Máquina fotográfica balançando no peito, o escritor segue atrás de mim. Os espinhos roçam-me as pernas e os braços. Um rastro de sangue é a minha herança. Sou um caçador que sangra mais do que a vítima. (…)
A leoa tinha sido morta junto à estrada. A esta hora já fora conduzida para a aldeia onde iria ser exibida como uma prova do êxito da caçada. Restava o macho, que se apresentava imponente. Por esta razão, o administrador pediu que se fotografasse não a leoa mas o leão: a imagem renderia mais nos noticiários da nação. (…)
- Fotografe-me a mim, junto com o troféu – insiste o administrador. (…)
Não é matar que me fascina. É esse encontro com o esquivo milagre, o fugaz e irrepetível momento.”
Mia Couto em A confissão da leoa [São Paulo: Companhia das Letras, 2012].
Para conhecer mais: Sebastião Salgado: Genesis.
No Dobras:
O que é fotografia? | Mia Couto: I – II – III – IV – V.

Sebastião Salgado: Genesis, Galápagos, 2007.
*

colonialismo - Edgardo Lander



Edgardo Lander (Org.)
A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais
Perspectivas latino-americanas
Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina, setembro 2005.






*

Wednesday, 27 March 2013

CLÓVIS IRIGARAY - artista do evento

CLÓVIS IRIGARAY

pinturas gentilmente cedidas pelo artista para o evento.

piquenique da fase Xinguana
~ Clovis Irigaray


índio na canoa da fase Xinguana
~ Clovis Irigaray


homens trabalhando
~ Clovis Irigaray

*

Clóvis Huguiney Irigaray [Pintor Brasileiro]

http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2012/03/clovis-huguiney-irigaray-pintor.html


Clóvis Huguiney Irigaray [Pintor Brasileiro]

Clóvis Huguiney Irigaray, o Clovito, como é carinhosamente chamado, nasceu em 1949, na cidade de Alto Araguaia. Manifestou vocação para o desenho muito cedo, segundo o artista a mãe também tinha facilidade para desenhar. Já no ginásio, em sua cidade natal, obteve o prêmio em concurso de alunos, com “Retrato de Cristo” (1963). Dá inicio à sua carreira em 1968 com a Exposição “Cinco artistas de Mato Grosso”, na galeria do Cine Bela Artes de São Paulo e XXIII Salão Municipal de Belo Horizonte (MG) e diversos outros. Em 1974 participa da Bienal Nacional de São Paulo, e em 1975, além de participar da versão XXIV do salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro, ganha prêmio aquisição no VI salão Paulista de Arte Contemporânea.
Clovito é um dos artistas que mais representa a gênese da pintura moderna em Mato Grosso, ao lado de Humberto Espíndola, João Sebastião, e Dalva de Barros. É por sugestão de Espíndola, que começa a pintar os índios. O índio, segundo Irigaray, é sua grande descoberta e a realização de sua natureza.
Irigaray também desenvolveu em Cuiabá atividades no Museu de Arte e Cultura da UFMT, e em 1975, dá início a sua fase indigenista, através de um enfoque hiper-realista. Desse período para cá diversas exposições, e prêmios em salões.


Entre eles, destacam-se: Galeria de Belas Artes - SP, XXIV Salão de Artes Modernas - RJ, VI Salão Paulista de Arte Contemporânea - SP, Belo Horizonte - MG, Vitória - ES, Rio de Janeiro - RJ, Goiânia - GO, Campo Grande - MS e Cuiabá - MT.



Clóvis Irigaray teve segundo Camol D'Évora, "o melhor trabalho indiscutivelmente, na opinião dos jurados. Sua arte contemporânea cheia de expressividade, sem tendência específica, que não se enquadra em nenhuma classificação, seduziu o júri. (...)"
(Camol D'Évora, 1.996. 
Por ocasião da XVI Interart  
em Presidente Prudente, onde o 
artista conquistou o grande prêmio.)

Participações Especiais:

• 1.995 - Júri do III Salão da Primavera em Cuiabá - MT
• 1.997 - Júri do V Salão da Primavera em Cuiabá - MT
• 1.997 - Júri do III Salão de Arte Moderna de Mato Grosso - Cuiabá - MT

O artista possui obras na Pinacoteca da Fundação Cultural de Mato Grosso e no Museu de Arte e Cultura popular da UFMT.


Críticas da Obra de Irigaray

"(...) Esse jovem de 27 anos de idade, tem, realmente, um bom desenho figurativo realístico que, monumentalizado, adquire um novo interesse, inserindo-se na corrente atual denominada hiper-realismo. (...)"
(Frederico de Moraes, 1.975, 
(Por ocasião do Salão Nacional de Arte Moderna)

"(...) Clóvis faz introspecções. É um rapaz triste. Sozinho. Utópico, que visualiza um mundo diferente, onde deseja que o índio seja respeitado. Anima-o o índio santo. O índio, imperador. O índio empresário de Coca-cola. O índio, Todo-Poderoso dos meios de comunicação. O índio, astromauta. (...)".
(Ernistina Karmam, 1.975, 
Folha da Tarde, SP_SP)
Autor da antológica série de desenhos Xinguana, Clóvis Irigaray se tornou um dos maiores artistas brasileiros. Na década de setenta, ele insere o Índio em ambientes da então “sociedade civilizada”. A aculturação é o tema central. Utopia e humor mostram toda a modernidade de seus desenhos hiper-realistas.
(Mirian Botelho)

Precursor da modernidade das artes plásticas no Estado, Irigaray é o avesso do avesso, e a sua irreverência é notada, principalmente, na sua forma de ser. Tanto que assimilou aos poucos os elementos simbólicos das culturas indígenas, sem nunca ter visitado nenhuma aldeia.
A influência é tão forte que passou a registrá-la em seu corpo. E a “reproduzir” o índio com uma fidelidade quase fotográfica, e a inserir as imagens na sociedade de consumo, ora transveste de general, astronauta, empresário, atleta, e professor. Consegue criar um cenário ilusório e real, “quase real”. Mas o que é real em arte?
(Serafim Bertolo)

Alguns trabalhos de Clovito

Jesus Cristo. 65x95. Giz pastel sobre schüller_1988.



Índia amamentando, 70x100, Técnica Mista (AOST), 1996.
Pequeno Índio e Girassóis. 80x60. AST_2000.
                                                 
   Cristo. 62x72
                                              

Encontro. 100x100. AST_1996.
                                               


Sagrado coração do Xingu II. 50x70. AST.
                                  
Madona Rosa. 0,60mx0,80m_O.S.T
São Luiz Gonzaga Xingú. 0,90m x 1,00m_O.S.T
Negro Índio. 50x70_AST.
                                                      
A criação do Índio. OST.

  São Sebastião e Menino Jesus. 70x90_AST

Gioconda. 68x78. AST_1996.
Juris Lex. 1,00mx1,00m_O.S.T

Fonte de pesquisa:
Diário de Cuiabá por Miriam Botelho



Clóvis Huguiney Irigaray 
Todos os direitos autorais são reservados ao autor

Saturday, 16 March 2013

eduardo galeano

EDUARDO GALEANO

as veias abertas da américa latina



..............
el muro




colonialism photo

click na imagem...
http://beta.photobucket.com/images/colonialism/


colonialism photo




  • 0
  • 0
1493 
  • 0
  • 0

  • 0
  • 0
  • 0
  • 0

  • 0
  • 0

  • 0
  • 0

  • 0
  • 0
  • 0
  • 0
  • 0
  • 0
  • 0
  • 0

  • 0
  • 0

  • 0
  • 0

  • 0
  • 0